Textos

    O Dai Muni San Nonin Zenji é um templo dedicado à publicação de traduções originais de textos Budistas, da filosofia chinesa, japonesa e hindu, e do Tokuda Sensei.

    Exemplos de traduções de textos clássicos Budistas traduzidos estão listados abaixo. A razão pela qual os traduzi ao longo dos anos é que quando ouvia as aulas do Tokuda Sensei, ele mencionava tais textos, mas não estavam disponíveis em português, então procurei em diferentes lugares, como nos EUA, na Europa, e os fui traduzindo aos poucos, como hobby, ou como um escape do mundo, e quando vi viraram uma pequena biblioteca. Felizmente hoje em dia já os esqueci a todos. Em breve haverá um site para disponibilizar as traduções para venda online. Hoje em dia tudo é online. Para quem diz que o ‘zen está além das palavras,’ esta é realmente uma notável quantidade de palavras.

    “Shobogenzo” completo de Dogen Zenji (1200-1253)

    “Shobogenzo Zuimonki” de Ejo Zenji (1198-1280)

    “Hokyo Ki” (Diário da estadia de Dogen Zenji ao estudar com Tendo Nyojo na China)

    “Eihei Shingi” (obras: 1. Bendoho, 2. Chiji Shinji, 3. Shuryo Shingi, 4. Taitaikoho, 5. Tenzo Kyokun), de Dogen Zenji

    “Eihei Goroku,” Ditos de Dogen Zenji

    “Fukan zazengi,” Manual de meditação de Dogen Zenji

    “Gakudo Yojin Shu,” Pontos a serem observados no treinamento zen, de Dogen Zenji 

    “Shinji Shobogenzo,” compilação de 300 koans usada por Dogen Zenji

    Meister Eckhart (1260-1328. Toda a parte alemã [não a parte em latim] da obra do Meister Ekchart [1. O Livro do Conforto Divino, 2. 98 Sermões Alemães, 3. O Nobre, 4. O Desapego, 5. As Palavras Finais do Mestre, 6. As Palestras de Instrução, 7. Quatro Lendas sobre Meister Eckhart])

    “Shoyoroku” (‘O Livro da Serenidade,’ pinyin: ‘Cóngróng Lù’) coletânea de 100 koans reunidos e versificados por Hongzhi Zhengjue (1091-1157. Jpn. Wanshi Shōgaku) e introduções, comentários em prosa e em verso por Wansong Xingxiu (1166–1246. Jpn. Banshō Gyoshu)

    “Hekiganroku” (‘As Crônicas do Penhasco Azul,’ pinyin: ‘Bìyán Lù’) Coletânea de 100 koans reunidos e versificados por Xuedou Chongxian (980–1052, Jpn. Setcho Juken) e introdução, comentários e críticas contundentes em forma de interjeições por Yuanwu Keqin (1063–1135. Jpn. Engo Kokugon)

    “Sutra do Lótus Branco da Verdadeira Lei” entre o século I AEC e século I EC (1. Versão moderna de Kato, Tamura e Miyasaka, que inclui ‘O Sutra da Meditação no Bodhisattva Virtude Universal,’ e ‘O Sutra de Significados Inumeráveis’ e 2. Versão de Hendrik Kern do Sacred Books of the East)

    ‘Dez Desenhos do Touro,’ com os desenhos originais, comentários e poemas de  Kuo-an Shih-yuan (Século XII. Jpn: Kakuan)

    Suzuki Shozan, Goroku (1579 -1655. Coletânea de palavras e ações)

    “Zenrin Kushu” (1428–1504. Coletânea de Frases da Floresta Zen) de Toyo Eicho

    “Theragata, Therigata” (Versos dos Anciãos, entre os séculos VI e III AEC coleções de poemas de monges [bhikhus, Theragata] e monjas [bhikhunis, Therigatas] no começo da época do Buda, que compõe o Khuddaka Nikaya, dentro do Sutta Pitaka, do cânone Pali)

    “Conceitos Budistas Básicos,” Professor Mizumo Kogen, presidente da Universidade de Komazawa (1906 – 2001, foi professor do Tokuda Sensei)

    Yunmen Wenyan, Goroku (862 – 949. Jpn. Ummon Bun’en, Coletânea de palavras e ações)

    “Cinco Casas do Zen:” 1. Casa de Guiyang (Jpn. Igyo), 2. Casa deLinji (Jpn. Rinzai), 3. Casa de Caodong (Jpn. Soto), 4. Casa de Yunmen (Jpn. Ummon), 5. Casa de Fayan (Jpn. Hogen)

    “Hokyozanmai” de Dongshan Liangjie (807–869. Jpn. Tozan Ryokai)

    “Sandokai” de Shitou Xiqian (700–790. Jpn. Sekitō Kisen)

    “A Arte da Riqueza” de Kauthilya, filósofo do reino do imperador Maurya Chandragupta, do último quarto do quarto século AEC. que foi avô de Ashoka. Assim como Aristóteles foi o mestre de Alexandre o Grande, Kauthilya foi o mestre de Ashoka, único imperador na história que após vencer todas as batalhas, e conquistar a Índia, renunciou à guerra como método, segundo a Unesco.

    “Pesquisas sobre o Yogachara,” Yogachara Buddhism Research Association

    Kumarajiva, 344–413. “O Sutra da Concentração Sobre a Meditação Sentada”

    Anapanasati Sutra, é um discurso do Buda sobre a plena consciência da respiração. Se constitui no 118 discurso do Majjhima Nikaya (Cânone pali).

    Culamalunkya Sutta, (Majjhima Nikāya 63), é um dos discursos mais famosos do Budismo Theravada, no qual o Buda ensina o pragmatismo espiritual através da símile da flecha envenenada.

    Asangha, 300 -370. (Obras: 1. Mahayanasamgraha – Um compêndio do Mahayana, 2. Trinta versos sobre ‘Somente Consciência’)

    Avatamsaka Sutra, entre o século I a.E.C e século IV d.E.C. (Sutra da Guirlanda de Flores)

    Bankei Yotatu, Goroku (1622-1693, Coletânea de palavras e ações)

    “Carne e Ossos do Zen” (1957, 101 histórias zen compiladas por Paul Reps e Nyogen Senzaki)

    Zhaozhou Congshen, Goroku (778–897, Jpn. Jōshū Jūshin, Coletânea de palavras e ações)

    Clássicos de Liderança Chineses: Os Sete Clássicos Militares, completos. A coletânea foi oficializada em 1080 d.C., durante a Dinastia Song (pelo Imperador Shenzong), tornando-se leitura obrigatória para os exames imperiais e oficiais do exército chinês. Os 7 textos da coleção:1. A Arte da Guerra (Sun Tzu), 2. Wu-tzu (Wu Qi), 3. Os Métodos de Sima (Sima Rangju), 4.Seis Ensinamentos Secretos (Jiang Ziya / T’ai Kung), 5. Liaozi (Wei Liao), 6. As Três Estratégias de Huang Shigong, 7. Perguntas e Respostas entre Tang Taizong e Li Weigong

    Dhammapada, parte do Khuddaka Nikaya do Sutta Pitaka, dizem que falado pelo próprio Tathagata Shakyamuni.

    Poemas de Hanshan, entre o século VII e IX.

    Hongzhi Zhenghue, Goroku (1091-1157, Jpn. Wanshi Shōgaku, Coletânea de palavras e ações)

    Huangbo Xiyun, Goroku (falecido no ano 850, Jpn. Ōbaku Kiun, Coletânea de palavras e ações)

    Leigo P’ang Yun, Goroku (749-808, Jpn. Hōkoji, Coletânea de palavras e ações)

    Ikkyu Sojun, (1394- 1481, obra: Os esqueletos)

    Mazu Daoyi, Goroku (709-788, Jpn. Baso Doitsu, Coletânea de palavras e ações)

    Dongshan Liangjie, Goroku (807–869, Jpn. Tozan Ryokai, Coletânea de palavras e ações)

    Menzan Zuiho (1683–1769, obra: “Jijuyu Zanmai”)

    “Wumen Guan” de Wumen Huikai, (1183-1260, Jpn. “Mumonkan,” de Mumon Ekai) (Coletânea de 48 koans com comentários e poemas)

    Nagarjuna (150 – 250, obras: 1. Acintyastava, 2. Bodhicittavivarana, 3. Bodhisambhara, 4. Lokatitastava, 5. Mulamadyamikakarika, 6. Sunyatasaptati, 7. Vyavaharasiddi, 8. Yuktisastika)

    “O Despertar da Fé” de Ashvagosha, século II d.E.C.

    Linji Yixuan, Goroku (?–866, Jpn. Rinzai Gigen, Coletânea de palavras e ações)

    Poemas de Ryokan Taigu, 1758- 1831

    “Xinxin Ming” de Jianzhi Sengcan (c. 496–606 ou c. 529–606, Jpn. Shinjinmei de Kanchi Sōsan) (“Inscrição Sobre o Espírito da Fé”)

    Os Éditos em Rochas e Pilares do Rei Ashoka (304 AEC-232 AEC.)